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Código de falha padronizado — taxonomia de defeitos

2 min de leituraPublicado em Equipe ATG
Código de falha padronizado — taxonomia de defeitos

Por que padronizar

Sem padronização, o mesmo defeito é descrito de 10 formas diferentes: "quebrou", "parou", "travou", "deu pau". Isso impede análise estatística e identificação de padrões.

Estrutura de taxonomia

NívelExemplo (bomba centrífuga)
Modo de falha (como falhou)Vazamento externo / Perda de vazão / Vibração / Travamento
Causa (por que falhou)Desgaste do selo mecânico / Impeller obstruído / Rolamento danificado
Componente (onde falhou)Selo mecânico / Impeller / Rolamento / Carcaça
Ação (o que foi feito)Substituído / Reparado / Ajustado / Limpo

Exemplo prático de codificação

  • MF-VEX → Modo de falha: Vazamento externo
  • CA-DSM → Causa: Desgaste do selo mecânico
  • CP-SEL → Componente: Selo mecânico
  • AC-SUB → Ação: Substituição

No H2O

Configure categorias de ticket com a taxonomia padronizada. Ao fechar um ticket de corretiva, o técnico seleciona modo de falha, causa e componente. Isso permite relatórios de Pareto por tipo de falha.

📖 Gestão de ativos vai além da manutenção: envolve o ciclo de vida completo, da aquisição ao descarte, equilibrando custo, risco e desempenho conforme a ISO 55000.

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Cada ativo com histórico, QR Code e chamados

Escaneie a etiqueta do equipamento para ver a ficha e o histórico de manutenção, e abrir um chamado já ligado ao ativo.

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